terça-feira, 30 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Curso de Rigging Dez.2010



PLANO DE RIGGING – FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE RIGGERS
As melhores técnicas e práticas para operações de içamento
Baseado nas Normas Nacionais e Internacionais

Rio de Janeiro - RJ
01 a 03/12/2010

Recife - PE
09 a 11/12/2010

» Apresentação

Com o aumento da demanda por serviços de içamento de cargas e conseqüentemente por mão-de-obra especializada para as atividades relacionadas, torna-se necessário formar profissionais capazes de planejar e executar com eficácia estas operações. Caso contrário eleva-se consideravelmente o risco dos problemas nas operações, quase sempre com elevados danos materiais e humanos.

» Objetivo do Treinamento

Proporcionar ao aluno conhecimento sobre as etapas essenciais da leitura, elaboração, contratação, recebimento e fiscalização de planos de rigging para operações com um guindaste telescópico, em terra, de cargas usuais.

» A quem se destina

Todos os envolvidos direta ou indiretamente nas operações de içamento e movimentação de cargas com guindastes telescópicos terrestres: gerentes operacionais, engenheiros, técnicos, operadores de guindastes, supervisores, engenheiros e técnicos de segurança.

» Programa

1. Definições, normas e referências bibliográficas
2. Unidades de medidas
3. Atribuições e responsabilidades do Rigger
4. Tipos de guindastes
5. Partes e componentes dos guindastes telescópicos
6. Conceitos fundamentais de amarração e içamento de cargas
7. Determinação do peso e centro de gravidade
8. Cabos de aço para eslingas: tipos, características e especificações
9. Acessórios para eslingas
10. Eslingas de cabo de aço: dimensionamento para os casos mais utilizados
11. Eslingas de cintas: dimensionamento e utilização
12. Balancins
13. Especificação e utilização correta dos acessórios
14. Dimensionamento do moitão e passada de cabos
15. Planejamento próximo a redes elétricas
16. Utilização das tabelas de carga do guindaste
17. Composição da carga para içamento
18. Planejamento do apoio do guindaste sobre o solo, próximo a muros e taludes
19. Cálculo da força transmitida ao solo pelas patolas
20. Orientação quanto aos estudos de solo
21. Efeito do vento no guindaste e na carga
22. Planejamento do içamento com 1 guindaste telescópico
23. Configuração do guindaste
24. Checklist para o plano de rigging
25. Checklist para a memória de cálculo do plano de rigging
26. Inovações tecnológicas para elaboração dos projetos de içamento

» Instrutor

Leonardo Roncetti da Silva, Engenheiro Civil

Engenheiro de estruturas formado pela Universidade Federal do Espírito Santo, especialista em estruturas metálicas, pós-graduando em recuperação e reforço de estruturas. Atua há mais de 10 anos na elaboração de projetos de obras industriais de grande porte, solucionando as questões de içamento, instalação, montagem, desmontagem e movimentação. Participa de projetos de içamento em empresas de ponta como Petrobras, Vale, ThyssenKrupp CSA, Veracel entre outras, além de projetos offshore e de lançamento submarino. Desenvolvedor de software de simulação de operações de guindastes em ambiente 3D.

» Metodologia

Exposição interativa com uso de recursos audiovisuais e técnicas que incentivam a participação e o aprendizado. Aplicação de exercícios. Apresentação de cases. Utilização de maquetes.

» Local e Data

Rio de Janeiro (RJ): 01, 02 e 03 de dezembro de 2010.
Recife (PE): 09, 10 e 11 de dezembro de 2010.

» Horário e Duração

Horário: de 08:30 às 17:30 horas.
Duração: 24 horas-aula.

» Valor do Investimento

Valor da inscrição: R$ 1.350,00 por pessoa

» Incluído no Valor da Inscrição

Coffee break;
Material didático de alta qualidade visual e didática, em cores;
Certificado de participação emitido pela VE-RH e Instrutor.

» Inscrições e Pagamento

Clique aqui ou acesse nosso site para fazer sua(s) inscrição(ões) on-line. Aguarde a confirmação da(s) inscrição(ões) e as instruções para o pagamento. Se preferir, baixe a Ficha de Inscrição, preencha e envie por e-mail.

» Informações

visaorh@gestaodefrotas.com.br

www.gestaodefrotas.com.br

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Edição "Cine-EsBra"

Boa tarde a todos

Neste artigo, deixo pra vocês um otimo material áudio-visual preparado pela Total (dona do Campo) e a Aker Kvaerner (hoje Aker Solutions, que provavelmente era a empresa responsável pelos equipamentos subsea) ,dividido em diferentes partes mostrando o processo de completação submarina de um poço no Campo de Dália, no Oeste da África.

Apesar de não estar ligado a movimentação de cargas, é importante sabermos de tudo um pouco.
Bom estudo

Conteúdo
:

* Descida do Condutor
* Cimentação até a Cabeça do Poço
* Instalação da árvore de Natal
* Instalação do Blow Out Preventer (BOP) Submarino para operação.
* Instalando Casing (Revestimento)
* Instalação do Tubing Hanger
* Instalação do Debris Cap com ROV
* Instalação da Âncora de Sucção (Suction Anchor)
* Instalação do Manifold
* Animação comparativa entre uma Xmas Tree e um homem.


DESCIDA DO CONDUTOR
http://www.youtube.com/watch?v=xENM4hNl3yA&feature=player_embedded

CIMENTAÇÃO ATÉ A CABEÇA DO POÇO
http://www.youtube.com/watch?v=cscn4ZV_ghc&feature=player_embedded

INSTALAÇÃO DA ÁRVORE DE NATAL.
http://www.youtube.com/watch?v=XOOx5eou29k&feature=player_embedded

INSTALAÇÃO DO BOP
http://www.youtube.com/watch?v=mC8dlPK5FZI&feature=player_embedded

INSTALAÇÃO DO REVESTIMENTO
http://www.youtube.com/watch?v=-5ZMrny_pNI&feature=player_embedded

INSTALAÇÃO DO TUBING HANGER
http://www.youtube.com/watch?v=5_hLmRiK0bo&feature=player_embedded

INSTALAÇÃO DO DEBRIS CAP
http://www.youtube.com/watch?v=02Neqv3hmWw&feature=player_embedded


INSTALAÇÃO DA ANCORA DE SUCÇÃO (Suporte para o Manifold)
http://www.youtube.com/watch?v=NqDUZriwDdw&feature=player_embedded

INSTALAÇÃO DO MANIFOLD
http://www.youtube.com/watch?v=LmUtPOZNnmU&feature=player_embedded

COMPARITVO ENTRE UMA XMAS TREE E UM HOMEM.
http://www.youtube.com/watch?v=T8GOWKogxRk&feature=player_embedded


AMOSTRA

sábado, 20 de novembro de 2010

Brasil é prioridade na estratégia mundial da Schlumberger




O presidente mundial da Schlumberger, maior empresa de serviços para a indústria de petróleo do mundo, Andrew Gould, no Brasil para inaugurar, hoje e amanhã, dois projetos, acha que a adoção do modelo de partilha para a exploração do petróleo na área do pré-sal brasileiro, tendo a Petrobras como operadora exclusiva, não reduzirá o interesse estrangeiro por participar dessa exploração, mas vai mudar o perfil dos interessados. Em entrevista ao Valor, Gould disse que a tendência para o pré-sal é de que sejam atraídas as grandes estatais de outros países, mantendo-se as multinacionais privadas preponderantemente nos campos convencionais das bacias petrolíferas brasileiras.

Ao ser questionado sobre o fato de que em outros países, como Angola, as grandes petrolíferas privadas estão atuando, embora o regime jurídico também seja o de partilha, Gould disse que a diferença que leva à sua conclusão é justamente o fato de que em Angola essas empresas atuarem como operadoras, o que, conforme o projeto em tramitação no Congresso Nacional, não ocorrerá no Brasil.

Mas a Schlumberger não demonstra preocupação quanto à possibilidade de perder negócios por conta do modelo regulatório do pré-sal. Ao contrário, a empresa está investindo para ampliar sua presença no Brasil com vistas, justamente, a uma atração mais profunda na área. Na avaliação da empresa, o país vai se transformar em um dos cinco maiores centros da indústria de petróleo do mundo já na próxima década.

Hoje ela inaugura, no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o primeiro centro de pesquisas de uma estrangeira do setor no país, prometendo participar dos esforços para desenvolver tecnologias adequadas ao desafio de encontrar e retirar petróleo localizado em solo a cerca de dois quilômetros abaixo da superfície do mar e com espessura de mais de cinco quilômetros até os reservatórios, incluindo aí camada de sal de até dois quilômetros de largura. Além disso, o óleo e o gás do pré-sal estão, em geral, armazenados em rochas chamadas carbonatos, o que torna mais difícil de retirá-los do que os arenitos, mais comuns nos depósitos brasileiros até agora conhecidos.

A empresa inaugura hoje o primeiro centro de pesquisas de uma estrangeira do setor de petróleo no Brasil

Gould conta que quando os primeiros sinais do pré-sal foram surgindo, a Petrobras enviou um grupo de técnicos a outro centro de pesquisas da empresa, localizado em Dhahran, na Arábia Saudita, cujo foco principal é estudar os reservatórios de carbonatos que, segundo ele, concentram cerca de 70% do petróleo do Oriente Médio. A grande especificidade da área do pré-sal brasileiro, de acordo com o executivo, vai exigir que, mesmo havendo a experiência com carbonatos em Dhahran, a Schlumberger faça pesquisa básica no Rio de Janeiro, utilizando pesquisadores brasileiros e parcerias com a própria Petrobras, a UFRJ e outras instituições e empresas.

O centro de pesquisa brasileiro é o quinto em todo o mundo. Sempre, segundo Gould, localizados entre instituições acadêmicas e a indústria de petróleo. Os outros ficam em Boston (EUA), junto ao Massachussets Institute of Technology (MIT); em Cambridge, no Reino Unido; em Moscou; e em Dhahran. Gould disse que além de pesquisa geológica, o centro do Rio de Janeiro desenvolverá softwares para a indústria do petróleo. A escolha do Brasil para esta segunda atividade de pesquisa partiu de estudo encomendado ao MIT.

Na verdade, o desenvolvimento da indústria de petróleo no Brasil e o pré-sal em particular, além da obrigatoriedade de investir em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) 1% da receita bruta proveniente dos campos de petróleo mais produtivos, estão atraindo uma revoada de grandes empresas internacionais do setor para instalarem centros de pesquisas no Parque Tecnológico da UFRJ. A Schlumberger é a primeira, mas outras gigantes como as americanas Baker Hughes, FMC e GE também já decidiram fazer seus centros de pesquisas na Ilha do Fundão.

Além do Centro de Pesquisas, onde foi investido de US$ 48 milhões nas obras, a Schlumberger inaugura amanhã, em Macaé (RJ), aquela que, segundo a empresa, é sua maior base operacional no mundo, com área total de 135 mil metros quadrados. Com investimento de US$ 65 milhões, a base vai unificar as unidades operacionais que a empresa já detinha na cidade, principal centro da indústria do petróleo no Brasil.

Nascida na França pelas mãos dos irmãos Conrad e Marcel Schlumberger no começo do século passado - Conrad inventou um método de prospecção mineral com base na condutividade elétrica das rochas -, a Schlumberger mantém sede em Paris mas é uma multinacional com cerca de 80% do seu capital controlado por investidores institucionais americanos. No Brasil desde 1945, a empresa emprega 105 mil pessoas em todo o mundo, sendo 3,5 mil brasileiros, dos quais, segundo Gould, cerca de 10% no exterior. No ano passado faturou US$ 22,7 bilhões, dos quais US$ 800 milhões foram investidos em pesquisas que, de acordo com o executivo, é o foco maior das atividades da empresa. Para 2011 estão previstos investimentos de US$ 1 bilhão em P&D.

Gould não teme pelo futuro da indústria do petróleo, mesmo reconhecendo que após o acidente com um poço BP no Golfo do México em abril, que derramou centenas de milhares de barris de petróleo no mar, vai tornar cada vez mais rígida a regulação das atividades de exploração e produção de óleo. Ele lembrou que recente relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) projeta que até 2030 o mix energético mundial será ainda 80% baseado em hidrocarbonetos.

O problema, segundo ele, é que os investimentos para elevar a mais de 20% a participação das fontes de energia renováveis no bolo energético total ainda são muito elevados. Paralelamente, destaca o presidente da Schlumberger, até 2020 cerca de 10% de todo o petróleo do mundo virá de águas profundas, com o maior crescimento concentrado no Brasil. Gould não demonstrou preocupação maior com conflitos relacionados com o direito de propriedade sobre os hidrocarbonetos encontrados em solo marinho cada vez mais distante do litoral dos países. Segundo ele, a história mostra que isso só ocorre quando a descoberta fica em áreas de fronteira.

(Fonte: Valor Econômico/Chico Santos | Do Rio/Colaborou Francisco Góes)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Construção de 7 FPSO gera milhares de empregos

A construção de oito cascos de navios plataformas de petróleo vai movimentar o mercado de trabalho de Rio Grande e arredores, município da região litoral do Rio Grande do Sul. Com investimentos de 3,46 mil milhões de dólares, as obras vão garantir emprego directo a sete mil trabalhadores, no pico de produção, e a mais 21 mil ligados a empresas que prestam serviços indirectos.
Os contratos foram anunciados pela Petrobras e a empresa Engevix Engenharia, encarregada das plataformas flutuantes, tipo FPSO, montadas em cascos de navios. As estruturas são utilizadas na exploração de petróleo da camada pré-sal, projectadas para produzir, armazenar e transferir óleo e gás.
Cada uma tem capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e seis milhões de metros cúbicos de gás natural. A previsão é que os dois primeiros cascos sejam entregues em 2013 e os demais ao longo de 2014 e 2015.
O director executivo da Engevix, Gerson Almada, afirmou na sexta-feira que a mão-de-obra é local.

Bizu do editor

Quem quiser e precizar trabalhar, arrume um endereço do Sul e coloque no curriculo.Seja um amigo feito pelo orkut ou pegue de uma pousada na net.
Concerteza nao terá no RS, 7000 vagas locais.Eles falam isso para que nao ocorra uma migração absurda de gente, entenderão?

Fonte:
http://jornaldeangola.sapo.ao